PMDB do Rio contraria a cúpula do Partido e Apoia o peso morto do Aécio Neves


PMDB DO RJ PREPARA CONTRA-ATAQUE À CÚPULA NACIONAL

Após a Direção Nacional do partido oficializar o apoio à presidente Dilma, peemedebistas fluminenses preparam três grandes eventos no Rio com o objetivo de reunir o presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves, e o pré-candidato ao governo estadual pelo PDMB, Luiz Fernando Pezão, no movimento conhecido como “Aezão”; contra a ameaça de redução de repasses de fundos, pela Executiva Nacional, para aos diretórios que votaram contra a aliança nacional entre PMDB e PT, rebeldes pretendem obstruir votações na Câmara

Aécio Neves recebe apoio do PMDB

Rio 247 – O diretório do PMDB no Rio resolveu partir para o contra-ataque, após a Direção Nacional do partido decidir apoiar a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará à reeleição. Peemedebistas fluminenses preparam três grandes eventos no estado com o objetivo de reunir o presidenciável pelo PSDB, senador Aécio Neves (MG), e o atual governador Luiz Fernando Pezão, candidato ao Executivo estadual, no movimento conhecido como “Aezão”. A mobilização conta com apoio oficial do PSDB, PSD, SDD, PP, PSL, PEN, PMN e PTC no terceiro maior colégio eleitoral do País.

Depois de uma votação apertada pela união com o PT na eleição presidencial na convenção do PMDB (59% dos delegados votaram a favor e 41% contra), a Executiva Nacional peemedebista ameaçou reduzir os repasses do fundo partidário para aos diretórios regionais da legenda e cortar a ajuda para o financiamento de campanhas.

Em contrapartida, os integrantes do movimento “Aezão” afirmaram que vão obstruir votações na Câmara Federal, com pedidos de verificação de quórum e votação nominal. Segundo informações do jornal O Globo, o movimento contra quase a totalidade da bancada peemedebista do Rio na Casa.

Os encontros no Rio serão realizados na Zona Oeste, em outra região da capital e na Baixada Fluminense, importantes colégios eleitorais. O PMDB-RJ estuda a possibilidade de promover os encontros entre a segunda quinzena deste mês e o início oficial da campanha. No entanto, a união entre tucanos e peemedebistas no Rio ainda não é oficial.

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Paulo Melo (PMDB), culpou mais uma vez o PT fluminense de ter provocado o racha entre as duas legendas no estado. “O PT no Rio abre brechas para que movimentos como o “Aezão” aconteçam e que outros grupos políticos, até então aliados do partido, também deixem de apoiar as candidaturas petistas”, declarou.

No Rio, o PT que integrou o governo estadual, tem como pré-candidato o senador Lindbergh Farias. Apesar do racha, vale ressaltar que, publicamente, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, ambos do PMDB, anunciaram apoio à presidente Dilma.

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