Tribunal vê indícios de Superfaturamento nas obras do Mineirão


Tribunal aponta superfaturamento nas obras do Mineirão

Relatório do TCE mostra ainda o pagamento por serviços não executados e contratos sem licitação – E agora? CPI do Mineirão: sai ou não sai?

Mineirão superfaturado

Do Blog do Deputado Rogério Correia

A denúncia apresentada pelo jornal “O Tempo” de hoje, em matéria assinada pelo jornalista Lucas Pavanelli, abre um novo capítulo sobre o esquema obscuro de repasse de verbas ao Minas Arena, empresa responsável pela administração do Mineirão. Segundo a matéria, a soma total do repasse teria alcançado o valor de 44,4 milhões de reais, recurso suficiente para bancar a saúde de uma cidade com o porte de Itabira.

Não é de hoje que a Parceria Público-Privada firmada entre o Minas Arenas e o Governo do Estado é tomada como alvo de investigação. Há na Assembleia Legislativa um requerimento, de autoria do deputado Rogério Correia, para a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) visando investigar as irregularidades do processo de concessão administrativa do estádio. Contudo, por se tratar de um projeto ligado aos interesses da dupla Aécio e Anastasia, não se completou o mínimo de assinaturas necessárias para a abertura da CPI. No total, foram coletadas 22 assinaturas. Faltam apenas 4.

Qual é o medo do Governo do Estado, ao não permitir o pedido de investigação? Seria medo de que se descobrisse algo sobre as irregularidades denunciadas? Como por exemplo, a ausência de licitação e pagamento de 18 milhões para o escritório dos engenheiros e arquitetos responsáveis pela obra? Ou que viessem à tona os dados do relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontam jogo de planilhas, superfaturamento e o pagamento de obras não feitas?

O dinheiro repassado ao Minas Arena, proveniente quase que integralmente dos royalties da mineração no estado, seria suficiente, segundo a matéria do O Tempo, para garantir os estudos de crianças, jovens e adultos em uma cidade como Lavras por um ano inteiro. De acordo com os valores divulgados, cada assento do estádio teria custado 700 reais (!!!), recurso maior do que aquele investido em educação por habitante (474 reais).

O mandato Rogério Correia segue acompanhando o caso Minas Arena, na expectativa de que as assinaturas para a instauração da CPI do Mineirão sejam coletadas. Não podemos permitir que mais este possível esquema de corrupção siga esvaziando os cofres públicos!

CLIQUE AQUI E CONFIRA O REQUERIMENTO PARA INSTALAÇÃO DA CPI E AS ASSINATURAS

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Um comentário sobre “Tribunal vê indícios de Superfaturamento nas obras do Mineirão

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